porque as pessoas acham que têm que ir assistir aos desfiles usando roupas da marca?

Maria Bonita Extra - mais do mesmo
porque as pessoas acham que têm que ir assistir aos desfiles usando roupas da marca?

Maria Bonita Extra - mais do mesmo
Posted at 08:54 in comportamento, moda e estilo | Permalink | Comments (7)
Olá, Princesas, feliz 2008 a todas!
Primeira mudança do ano (porque no decorrer do período tem mais...) - em homenagem aos meninos que visitam este blog, anônimos que mandam emails, ou mais conhecidos, como o querido Glauco Sabino, do Descolex, esta é a última vez que vou me endereçar às princesas somente - os meninos são mais que benvindos também!
Este primeiro blog do ano quer falar sobre a não-superficialidade das coisas. Meio paradoxal quando se lida com imagem e moda? Nem um pouco. É a proposta de uma reflexão antes de começarmos o ano com todos os nossos assuntos preferidos!
A idéia que a Maria Prata, do prataporter, tem para se comunicar com as pessoas é genial - o blog dela é direcionado para quem não sai por aí sem roupas. Isso é mais ou menos o seguinte - a idéia de que moda e imagem são superficiais e que alguma pessoa na face da Terra está imune a sofrer algum tipo de influência/preocupação, ou como queiram chamar, quando acorda pela manhã e escolhe algo do guarda-roupa é tão ultrapassada que eu já nem discuto.
Algo que para mim já ilustrava muito bem a não-superficialidade e a importância de toda essa indústria era o banho de informação que Miranda Priestly dá em Andrea quando ela fala sobre o azul-cerúleo, lembram dessa parte? E também quando a gente pára para pensar quantos pais e mães de família dependem da indústria da moda, a que mais emprega no Brasil?
Desprendimento
Quais são as nossas reais necessidades? De que a gente realmente precisa? Coco Chanel, por exemplo, dizia que o luxo é uma necessidade que começa onde as necessidades acabam. Mas o luxo, hoje em dia, assumiu uma dimensão maior, tornando-se assim mais subjetivo. Não é mais o mercado que dita o que é luxo ou não. Diante de tantas ofertas, de tanta acessibilidade, e da própria proliferação do luxo, as pessoas perceberam que algo que todo mundo tem, ou pode ter, não faz disso luxo só porque caro - o verdadeiro luxo está nas coisas que de alguma maneira tocam a nossa essência. Não estou pregando o não-consumismo ou o declínio do luxo - este continua em franca ascensão, uma indústria de 157 bilhões de dólares. Mas tudo vem se tornando mais simples, bucólico até. Na revista Vida Simples de dezembro de 2007, o papa do luxo no Brasil, o querido Ferreirinha, disse que, para ele, luxo é poder ir ao cinema na sessão da tarde (confesso que essa também é uma idéia recorrente para mim - delícia!). E ainda propõe um exercício. "(...)anote tudo que tem alto valor emocional e que lhe é raro. Pode ser tomar um cafezinho num lugar que você adora, mas aonde não consegue ir sempre, sair do trabalho com o sol ainda raiando no céu, lagartear sem fazer absolutamente nada. Tudo o que é difícil de realizar com o estresse da vida moderna pode ser um luxo", diz Ferrerinha.
Na contramão disso, consumir é o verbo do momento. Nós consumimos absolutamente tudo à nossa volta - objetos, idéias, sensações, celebridades, informações, filmes, programas de TV, sentimentos, e tudo é tão rápido que a gente sempre quer mais e mais. Mas nessa ânsia de tentar saciar uma fome de informação, de felicidade e tantos outros sentimentos, a gente pode tentar fazer a nossa parte.
Para se ter uma idéia, existe nos Estados Unidos um movimento pela redução do consumo, que, mais do que economizar dinheiro, visa tornar a vida das pessoas mais simples (mas realmente os Estados unidos são consumistas demais e vendem todo tipo de gadget, assim já é covardia!). Um livro lançado lá super polêmico é o Not Buying It: My Year Without Shopping, onde a autora Judith Levine relata as experiências de um ano sem fazer compras que não fossem absolutamente necessárias. Dizem que é leitura essencial aos shopaholics, para que tenham mais consciência antes de sacar o cartão de crédito.
A moda se mobiliza
A moda - e as pessoas que consomem moda - não ficou imune a todo esse movimento. Talvez mais forte que essa tendência a se voltar para dentro de nós mesmos tenha sido a preocupação com a sustentabilidade, que dominou todas as esferas em 2007. O aquecimento global até levou algumas editoras de moda a apostar que no futuro teremos menos coleções a cada ano, em função de estações menos definidas e invernos não tão rigorosos. E nós, o que podemos fazer?
. aproveitar o começo do ano e fazer aquela limpeza no guarda-roupa antes que o ano realmente engate (vou fazer um post sobre isso ainda esta semana, aguardem). O resultado pode virar moeda de troca em bazares entre amigas, dinheirinho em brechós ou um carinho para aquelas pessoas que precisam da roupa mais que você;
. passar a frequentar brechós (legais) - alguns que sugiro são o Trash Chic, o Juicy by Licquor, o B. Luxo, o Re Portela;
. comprar de marcas que estejam preocupadas com a questão da sociabilidade, reciclagem, uso de matéria-prima orgânica;
. comprar de empresas que não utilizam trabalho infantil, trabalho escravo, poluentes;
. comprar de empresas que invistam no meio-ambiente, nas pessoas, nos próprios funcionários (vale desde as 100 Melhores Empresas para se trabalhar àquela loja em que sua amiga trabalha...e ama!);
. fazer uma pergunta crucial, e responder honestamente, no momento da compra: "será que preciso disso mesmo?" ou "quantos vestidos da minha vida eu tenho no meu armário?". Uma dica legal é ir para casa e pensar pelo menos até o dia seguinte se "aquela" nova aquisição é realmente necessária ou se a gente pode viver sem ela;
. antes de comprar pelo simples ato de comprar, respeitar os recursos naturais utilizados para se fazer aquele produto... e seu dinheiro também.
Para quem ainda não fez promessas para 2008...
aqui vão algumas sugestões:
. cobrar-se menos, relaxar mais, ter menos hora marcada, usar menos relógio (adoro relógios, mas não usá-los para mim sugere uma libertação total!);
. não ficar sempre no "carão" e na pose, toda montada, não se levar tão à sério - e ter isto refletido nas atitudes e no jeito de se vestir;
. se "mimar" mais, se tratar bem, se proporcionar bons momentos e desfrutar plenamente deles - um bom filme, uma massagem, um cheiro gostoso, um cantinho confortável só para você;
. arrumar um animal de estimação.
Nenhum radicalismo é bom. Não estou pregando o fim do consumo - consumir é bom e necessário, beneficia a economia e a sociedade e nos faz bem, em suas devidas proporções. A nossa imagem também é muito importante, é nosso cartão de visitas, e devemos usá-la a nosso favor. Durante este ano, vou procurar ajudar a todos com dicas sobre moda e imagem, minhas especialidades, para que todos possam conhecer um pouco mais destes assuntos e ter mais ferramentas para se conhecer e se mostrar. Mas tudo na medida certa. Porque a diferença entre remédio e veneno é a dose.
Mais uma vez, benvindos!
Posted at 19:54 in comportamento | Permalink | Comments (1) | TrackBack (0)
"A vida são deveres, que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando se vê, já é sexta feira... Quando se vê, já é Natal.... Quando se vê, já terminou o ano..... Quando se vê, perdemos o amor de nossa vida.... Quando se vê, passaram-se 50 anos!!! Agora, é tarde demais para ser reprovado..... Se me fosse dada outra oportunidade eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...... Seguiria meu amor, que está muito à minha frente, e diria: EU TE AMO ...... Dessa forma, eu digo : Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo. Não deixe de ter alguém ao seu lado, por puro medo de SER FELIZ. A única falta que terá, será desse tempo que, infelizmente.....não voltará mais". Mário Quintana
Assim Princesas Urbanas se despede, agradecendo aos amigos que contribuiram para a existência deste blog e agradecendo a este blog pela possibilidade de conhecer novos amigos. Ano que vem tem mais. Mas lembrem-se: um ano novo é a gente mesmo quem faz a cada dia.
Beijos!
Posted at 09:44 in comportamento | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
Das leituras do fim-de-semana:
. No caderno Vitrine do dia 8 de dezembro (o Vitrine sai todo sábado na Folha de São Paulo e fala sobre varejo e consumo, eu recomendo), a apresentadora Soninha falou sobre o consumo responsável e refletido, do qual é fiel defensora. Soninha, que demonstrou uma queda por quinquilharias, conta que para se conter frente a tentações, ela adotou um caderninho, no qual anota e, quando possível, fotografa, o objeto de desejo e seu preço. E vai embora sem comprar, divagando, almoçando, fazendo outras coisas e, quem sabe, pensando naquele objeto. Os que resistem a essa pequena maratona e ainda continuam trazendo prazer com a simples possibilidade de possuí-los são os eleitos ao lar (e à compra) da apresentadora. Achei bem válido. Eu não tenho exatamente um caderninho dedicado a isso, mas nas vezes em que instintivamente apliquei esse método (de experimentar uma roupa, ou sapato, analisar corte, tecido, preço, e ir para casa, pensar, ver o que tem mesmo no guarda-roupa e se realmente aquela peça ia me fazer uma enorme diferença), raramente voltei à loja. Que tal tentar? Afinal, ter várias peças descordenadas no guarda-roupa só aumentam aquela sensação de armário lotado, mas ainda sem nada para vestir.
. E a Veja fala dos especialistas que se dedicam a descobrir os horários mais adequados para a execução de algumas tarefinhas (tipo a ginástica de manhã) e o porquë. E agora já é 'oficial': o melhor horário para comprarmos sapatos é no fim do dia (na verdade, a partir das 6 da tarde), por causa... dos pés inchados! Sim, eles dizem que os pés podem ficar até um número maiores. E para quem quiser colocar a teoria em prática, antes de sair por aí batendo pernas, vale ver a Vogue - tem um especial Acessórios, com super foco em bolsas e... sapatos! Tendências de verão, designers nacionais e internacionais e mais um monte de informação.
Boa semana!
Posted at 20:26 in comportamento, moda e estilo | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
Oi, Princesas!
A Veja desta semana traz uma entrevista da Silvia Rogar com Dame Vivienne Westwood, estilista britânica considerada a fundadora do estilo punk, e finalmente confirma sua vinda ao Brasil através de uma parceria com a Melissa.
Vivienne iniciou sua carreira ao abrir a loja Sex, com o manager dos Sex Pistols, Malcolm McLaren, seu então parceiro (é a questão da moda e da música andando juntinhas desde sempre). O casamento entre os dois acabou, mas os bottoms, zíperes, assim como os corsets, tartans e os tweeds ficaram. Desde então, ela já ganhou vários prêmios, como o de Melhor Estilista Britânica do Ano e uma das seis melhores estilistas do Reino Unido. Vivienne obteve inclusive o reconhecimento da rainha, ao ganhar o título de Dame, por sua contribuição à indústria.
Sempre abordando questões polêmicas, em 1992, ao ganhar outro título real, ela declarou não estar usando lingerie (algo tão importante na roupa que vai rolar um post sobre o novo underwear esta semana, princesas). Recentemente, ela trouxe à tona a questão do racismo no meio da moda, pelo fato de as revistas de moda não trazerem mais modelos negras e asiáticas estampando as capas.
Uma das partes bem legais da entrevista é quando Dame Vivienne diz que, para ser chique, é preciso ter postura (já teve post sobre isso também, lembram do Mini Manual da Princesa Moderna?) e que "a pessoa tem que se conhecer para comprar o que lhe cai bem, não o que o marketing manda". Recado dado, confirmação do que é sempre falado - estilo e moda são coisas diferentes. Podem andar juntos, ou não. Na dúvida, fique com o primeiro. Vindo de uma style queen como Vivienne, quem duvida?
Agora nos resta colocar nossas cabeças para imaginar como vai ser o modelo de VW, após as bem-sucedidas parcerias com J. Maskrey (a Melissa NightSky) e com Judy Blame.
Tudo bem que VW também disse que "as pessoas não devem viver para consumir", mas que estou beeem ansiosa para ver a tal Melissa, isso eu estou!
Beijos!
Posted at 07:23 in comportamento, moda e estilo | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
Oi, Princesas!
Não vou falar que estou de volta, porque nunca fui... pelo menos minha intenção não foi essa! É que o trabalho intenso, mais um curso, me impediram de manter o blog do Princesas Urbanas tão atualizado quanto eu gostaria.
Mas sei que vocês continuam por aqui, em especial hoje Natália Real - benvinda! - que fez um comentário no post anterior lamentando por ter descoberto o blog justamente quando ele havia sido abandonado. Nãããããooooo!! Fora vários comentários e emails legais que tenho recebido e ainda não consegui responder. Mesmo que eu tarde, eu não falho, me aguardem! Prometo novos posts para essa semana, ok?
Beijos!!
Jaqueline Araujo
Posted at 09:06 in comportamento | Permalink | Comments (2) | TrackBack (0)
Oi, Princesas!
O assunto da semana que passou foi mesmo o Pense Moda. Eu realmente fiquei muito feliz por ver pessoas jovens como a Camila Yahn, o Marcelo Jabur e a Barbara Bicudo lutarem durante 2 anos por esse ideal que em seu primeiro ano não poderia ter dado mais certo - organização impecável, palestrantes muito bons, dias lotados, assuntos relevantes, participação da platéia, polêmicas, festinhas e tal, apesar do que (se pode imaginar) deve ter sido difícil colocar tudo isso junto.
Foto de Ricardo Oliveros
Por conta do trabalho, não pude assistir todas as palestras, mas recomendo os textos otimamente embasados e comentários inteligentes do Ricardo Oliveros, do Fora de Moda, e ainda o resumo oficial by Oficina de Estilo no site do Pense Moda.
Eu assisti a palestra de Gareth Pugh, novo estilista queridinho de Londres de 26 anos que acaba de desfilar na London Fashion Week. Conheci-o pessoalmente em um evento fechado e falamos desde amenidades, como sua ida à 25 de Março e sua experiência com uma manicure local (dizem que ele fez a mão no MG) até a questão que leva os estilistas ingleses no topo da carreira a trocarem Londres por Paris ou Milão. Ele é um fo-fo, muito simpático, talentoso e super merecedor do sucesso que está fazendo.
Outra palestra muito interessante que assisti foi a de Judy Blame, top stylist, gênio criador e artista. Uma de suas frases que mais me marcou quando deu as dicas e que não li em nenhum dos resumos (me desculpem se passou batido!) para a profissão de stylist foi que o importante, além do trabalho em equipe, é que as pessoas não devem ter vergonha de sua criatividade. Isso soa quase como um brainstorming, aquela profusão de idéias sem censura de onde realmente saem coisas incríveis. Não dá nem para imaginar Judy Blame em algum momento censurando sua criatividade por vergonha. E mais tarde, na mesa de discussão dos stylists brasileiros, a Chiara Gadaleta também foi pelo mesmo caminho - ela acha que não tem lá muita graça fazer imagens à semelhança de gente da vida real, o negócio é viajar nas imagens e na criação mesmo. È claro que tudo depende do público que a revista (e por consequênte, o stylist) quer atingir, e etc e tal... (vão lá nos resuminhos...). Também conheci Judy Blame pessoalmente e ele ainda é mais hilário do que foi em sua apresentação. Vou procurar fotos para postar...

Foto de Ricardo Oliveros
Valeu, Cami! Parabéns!
Posted at 16:51 in comportamento, moda e estilo | Permalink | Comments (3) | TrackBack (0)
Na semana de 5 a 9 de novembro seremos agraciados com mais um superevento de moda no Brasil - o Pense Moda, projeto que visa discutir o processo criativo da moda por aqui.
O evento é organizado pelo supertrio Camila Yahn, Babi Bicudo e Marcelo Jabur e vai unir algumas das cabeças mais criativas desse setor que atuam nacional e internacionalmente. A cereja do bolo é o britânico Gareth Pugh, mas o evento é só grandes nomes, como Judy Blame e Lulu Kennedy. E no Brasil, não dá para sonhar com criatividade sem pensar em Alexandre Herchcovitch e Ronaldo Fraga, por exemplo.
A Camila morou e estudou em Londres, desenvolveu muitos contatos, mas este é apenas um dos motivos de os palestrantes internacionais serem de lá. Londres é celeiro de criações e referëncia quando o assunto é inovação e criatividade. E o momento é super oportuno para a vinda de Gareth, que, tendo tido um início de carreira super criativo e com suas peças classificadas como obras de arte (nada mal, porém mais difícil de ser trabalhado comercialmente), está num ótimo momento, desfilando na London Fashion Week e vendendo muito bem, obrigado.
algumas das peças de Gareth Pugh
O evento tem apoio do Consulado Britânico, do Senac e do Shopping Iguatemi, onde acontece. Eu vou estar lá todos os dias, e vocês, vão perder essa? Mas corram, as inscrições estão se esgotando!
Para saber mais: www.pensemoda.com.br
Posted at 18:15 in comportamento, moda e estilo | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
Oi, Princesas!
No domingo saiu um artigo no Estado de São Paulo com Manu Carvalho, stylist dos artistas da Trama, Maria Prata, jornalista de moda da Vogue, e Claudia Matarazzo, autora de dez livros sobre regras de etiqueta e chefe de cerimonial. As meninas super-poderosas se reuniram para discutir o que é ser chique, ou melhor, elegante, como elas mesmas concluíram, nos dias de hoje. O que segue é a combinação de um livre resumo com palpites pessoais.
A elegância é um conceito amplo; não se refere apenas ao modo de vestir. E Princesa com P maiúsculo sabe bem disso. Sabe que a elegância do comportamento pesa e muito e é por isso que às vezes uma roupa, quando bem "carregada" por alguém que sabe se portar, parece ter muito mais valor do que tem.
Elegância não tem a ver com dinheiro. Ao contrário, quem adora andar por aí toda logotipada é muitas vezes classificada como de gosto duvidoso ou insegura.
Elegância é educação, é tratar bem desde o presidente da empresa até o faxineiro. Educação também puxa discrição, e a discrição mora em detalhes. Mais importante do que saber quando e o que falar é saber o que não falar para não ser inconveniente. Frase ótima da Manu - elegância é cuidar da própria vida. E complementa, os grandes falam de idèias, os médios falam de acontecimentos, e os pequenos falam de pessoas.
Elegante não é aceitar tudo que nos é imposto, mas é saber como, quando e a quem reclamar.
Elegante é ter um tom de voz agradável, moderado, é não gritar, nem ser ofensivo em suas palavras e atitudes, é ser bem humorado e de bem com a vida.
Elegância também puxa educação quando não sabemos se devemos agradecer um convite, mas o fazemos por instinto, de forma natural; quando não sabemos o que falar em uma situação delicada, e deixamos o coração falar.
Elegância nos tempos atuais tem a ver com saúde. Hoje elegante é ser natural e saudável. Caiu-se o bronzeamento artificial ou mesmo o natural torrado ao sol e o cigarro.
Elegante é não ser escrava do celular. É não ficar horas ao telefone com outra pessoa enquanto se está com um amigo (a menos que seja um trabalho urgente), é não deixar tocando sem atender (se vai se ausentar ou desconcentrar ou outros, coloque em 'Mute', por favor), é perguntar se a pessoa pode falar assim que atender, e saber que não é porque a pessoa te deu o número de celular que ela quer ser importunada a qualquer momento. Olho nos horários!
Uma boa frase para se ter medida de quando podemos estar extrapolando é, não faça aos outros o que não quer que os outros te façam. Fica mais fácil.
Elegância também tem a ver com estética sim. Tons neutros, como beges, cinzas, pretos, looks monocromáticos, minimalistas, roupas de bom corte, ajudam a compor um look elegante. Também não dá para ser uma fashion victim, tem que se conhecer, ter um guarda-roupa seu, e saber pegar da moda o que te favorece. Ter um visual cuidado, atenção especial às mãos, pele e cabelo, não usar roupa com barriga de fora...
As meninas elegeram Constanza Pascolato como ícone de elegância. E para vocês, quem é elegante?
Posted at 16:57 in comportamento | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
Princesas,
Tutu Ferreira está precisando de vendedora para varejo que tenha conhecimento em marketing para montarem ações. O horário é das 10 às 19h de segunda a sexta e das 10 às 16h aos sábados. Para quem se interessar, o telefone da loja é 3085-0026.
Aproveitem para ver o site novo da loja, já está no ar!
Posted at 12:55 in comportamento | Permalink | Comments (0) | TrackBack (0)
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